
Acendo um cigarro
E no fim? Tudo ficou escuro
Sem qualquer ponto de fuga,
sem saber o que fazer
Acendo outro cigarro
Passam-se dias,
parecem meses...
Passam-se meses,
parecem anos...
Passam-se anos
e parece que foi ontem
E a dor permanece,
continua dentro de mim
e não desaparece
Deixaste-me,
Agora só me restam cigarros
E, novamente, acendo um cigarro.
E no fim? Tudo ficou escuro
Sem qualquer ponto de fuga,
sem saber o que fazer
Acendo outro cigarro
Passam-se dias,
parecem meses...
Passam-se meses,
parecem anos...
Passam-se anos
e parece que foi ontem
E a dor permanece,
continua dentro de mim
e não desaparece
Deixaste-me,
Agora só me restam cigarros
E, novamente, acendo um cigarro.
"Emília G.F."


oh, estão nada..
ResponderEliminareu gosto dos teus, e o teu ultimo, idenfica-se ao que sinto.
beijinho.
Sim, os poemas dela são magnificos, mesmo :D
ResponderEliminar"E a dor permanece,
continua dentro de mim
e não desaparece."
tanta gente que se debate com isso (até eu), mas já ultrapassei.
acredita que o tempo ajuda a "sarar" as coisas, é como se fosse uma ferida, e a crosta vai-se formando e recompondo.
com a dor é a mesma coisa :)
força*
(a moça da fotografia não entra agora nas últimas séries dos Skins? ^^)
ResponderEliminarAww, é bom. *-*
E gostei :D
os teus! :D
ResponderEliminarOHHHH EFFY, adoro a effy/kaya *-*
ResponderEliminaros cigarros, esses, nunca se esgotam, nunca nos abandonam, não é?
bem, se os poemas são teus, parabéns!
estou a seguir-te :D
faço :) três horinhas de voluntariado não fazem mal a ninguém..
ResponderEliminarEsta foto em maior, podes enviar-me por favor?
ResponderEliminarobrigado.