Não bate certo, sinceramente nunca bateu. Não faz sentido, nunca fez. Já não te quero. Já não quero sentir o teu corpo, já não quero sentir o teu toque em mim, já não quero sentir os teus beijos nem quero sentir o teu cheiro na minha cama. És o meu passado, compões o meu presente e serás memórias no meu futuro. Não, não te quero, pois se te tiver todo o fogo que, apesar de tudo, é posto quando nos momentos em que nos cruzamos ou falamos desvanecerá. Toda a magia, que ainda temos para dar um ao outro ou todo o desejo que ambos sabemos que sentimos irá voar rapidamente se ficarmos juntos. Isto já não é amor, já não é nada, é apenas a minha obsessão idiota por ti a falar mais alto. “Isto já não ia dar mais”, eu sei que não, sei que tens razão. Aquilo que ainda eras foi tapado (não desapareceu) por outra alma."Emília G.F."


Já estive assim, obsecada. É um ser horrível dentro de nós, toma conta de nós como se fosses escravos, fazemos tudo para conquistar algo que já morreu.
ResponderEliminarForça.
texto tão real. compreendo perfeitamente esses sentimentos :) Acabar para preservar.
ResponderEliminar"Toda a magia, que ainda temos para dar um ao outro ou todo o desejo que ambos sabemos que sentimos irá voar rapidamente se ficarmos juntos." - que perfeito (:
ResponderEliminaro suave gesto de retirar o pano por cima do empoeirado ser que não desaparecido, apenas guardado nos confins dos colossais armários vermelhos da memória.
ResponderEliminarSerá tal gesto considerável?
Emm, que é feito de ti? já tenho saudades!
ResponderEliminaroh, emm, onde estás tu?
ResponderEliminarque texto.
ResponderEliminarEste texto trouxe-me memórias de mim mesma, sim, a obsessão é algo muito estúpido e doloroso, quase nos retira o ar, senão o tira mesmo. Sufoca. ufoca mas é bom teres esse instinto de preservação do que ainda te resta, esses sentimentos que já não são amor.
ResponderEliminarUm beijinho